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sexta-feira, 12 de março de 2010


10 Dicas para o seu Marketing Pessoal



Por Carlos Hilsdorf



21/01/2009


Todo e qualquer profissional para ter sucesso precisa que o seu valor seja efetivamente percebido por seus clientes e pelo mercado em geral. Para que isso ocorra precisamos ir além das competências que compõe o nosso perfil profissional e utilizarmos técnicas de comunicação e marketing. O marketing pessoal não é um culto ao ego ou à vaidade pessoal, é uma necessidade profissional. Excelentes profissionais têm seu reconhecimento e sua demanda subestimados pelo mercado por deixarem de lado o seu marketing pessoal. Não devemos confundir humildade com anonimato. É perfeitamente possível ser reconhecido por seus valores humanos e profissionais sem com isso perder a humildade. Todos nós temos uma contribuição humana e profissional para oferecer ao mundo. Quanto maior o número de pessoas para as quais possamos oferecer nossas contribuições, melhor. Veja abaixo 10 dicas importantes sobre Marketing Pessoal:

Lembre-se que seu marketing pessoal tem o poder de transformar seu talento em oportunidades. Um Gênio sem marketing pessoal é um gênio desconhecido.

Se você está começando uma carreira ou uma nova etapa, demonstre toda a sua disposição para aprender com todas as pessoas e situações. Deixe sempre bem claro o quanto é importante para você aprender com as pessoas e com a empresa.


Descubra o ponto mais marcante da sua personalidade, sua maneira de se comunicar, sua alegria, seu bom senso, etc. Foque a “divulgação” deste seu ponto marcante, ele será pra você o que uma marca é para uma empresa. Com o tempo, a sua “marca pessoal” ficará conhecida e desejada por este e por outros atributos que o tempo vai mostrar.


“Dress to impress” esta expressão do mercado corporativo americano possui o seguinte significado: “vista-se para ser visto”. Sem exageros, sem extravagância, com discrição, mas desenvolvendo um estilo pessoal facilmente reconhecível. Estilo é tudo! Vista-se de maneira a que a sua presença seja agradável aos olhos. Como seres humanos somos muito atraídos pela beleza. Não há nada errado em ser bela desde que você não reduza apenas à beleza as suas potencialidades diante da vida.


Mostre o seu lado “solucionador de problemas”. Sempre que surgir uma dificuldade ou um problema dentro da equipe a que você pertence, pergunte-se: “o que eu posso fazer por isso?”. Sempre que você ajudar a resolver um problema você estará inserindo sua marca pessoal na lembrança das pessoas.


Entregue sempre um resultado superior ao esperado. Dedique-se a superar as expectativas das pessoas. Sempre que algo lhe for solicitado pergunte-se: “Qual é a melhor maneira pela qual eu posso realizar o que me foi pedido?” “Eu posso superar as expectativas com respeito ao meu desempenho e o cumprimento da tarefa?” Realize com qualidade ampliada, procure sempre olhar além da solicitação.


Onde a maioria das pessoas fica parada por falta de recursos, IMPROVISE. Use sua criatividade para, diante de poucos recursos, desenvolver a melhor solução possível frente a um desafio. As pessoas mais bem colocadas no mundo dos negócios ousaram improvisar muitas vezes.

 
Construa vários networks. Dedique-se a formar diferentes redes de relacionamentos dentro e fora da empresa. Através dos relacionamentos conhecemos e somos conhecidos, reconhecemos e somos reconhecidos e, principalmente, compartilhamos interesses comuns. Identifique quais são as áreas de interesse que aproximam você de outras pessoas: música, literatura, cinema, hobbies, esportes, competência técnica, etc. Aproxime-se das pessoas, construa relacionamentos de longo prazo.

Cultive sua ética e sua honestidade de forma inabalável. A vida testa você! Caminhos não éticos são atalhos que conduzem a abismos! Uma atitude não ética acaba com o seu maior patrimônio – sua integridade. Quando a falta de ética passa a fazer parte da marca pessoal de alguém, esta pessoa somente será usada por outras igualmente não-éticas até o momento em que for conveniente abandoná-la e deixá-la pagar a “conta”. Não ceda!


Vivemos em uma era de muita competitividade e muita pressão, por isso resistência física, mental e emocional são fundamentais. Isto significa: cuide do corpo, da mente e do espírito. Fortaleça-se nos três níveis, assim quando as pessoas estiverem fisicamente esgotadas você ainda terá fôlego extra - ponto para o seu marketing pessoal. Quando elas estiverem cansadas demais pra pensar em soluções você ainda terá criatividade de sobra para dar idéias – mais 1 ponto para o seu marketing pessoal. E, quando as pessoas estiverem com raiva ou depressão, você manterá a paz e a vontade de viver – ponto para a vida, e para o seu marketing pessoal, também.

Carlos Hilsdorf

Considerado pelo mercado empresarial um dos melhores palestrantes do Brasil. Economista, Pós-Graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero. Presença constante nos principais Congressos e Fóruns de Administração, RH, Liderança, Marketing e Vendas do país e da América Latina. Referência nacional em desenvolvimento humano. www.carloshilsdorf.com.br

**** Muito Legal*****





Estresse ocupacional aumenta no Brasil e no mundo


O Medo de perder o emprego, ter de cumprir metas, ultrapassar a carga horária de trabalho, realizar tarefas repetitivas, não ter apoio dos colegas e não ter autonomia são os principais fatores que causam estresse entre os profissionais.

Medo de perder o emprego, ter de cumprir metas, ultrapassar a carga horária de trabalho, realizar tarefas repetitivas, não ter apoio dos colegas e não ter autonomia são os principais fatores que causam estresse entre os profissionais. Segundo pesquisa da Regus, divulgada pelo site InfoMoney (www.infomoney.com.br), em dois anos, 58% das empresas no mundo tiveram aumento significativo de estresse ocupacional.



No país, a situação não é diferente: os brasileiros estão em segundo lugar no ranking de estresse no ambiente de trabalho, ficando atrás do Japão e superando países como China, EUA e Alemanha. Em relação às horas trabalhadas por semana, o Brasil é líder, já que são 54 horas, contra a média mundial de 41 horas, de acordo com levantamento realizado pela ISMA (International Stress Management Association).



“Esta situação é negativa para as empresas, pois no momento em que estão lutando para retomar o crescimento, têm sua gestão e a produtividade no trabalho afetadas, além de baixos níveis de motivação e conflitos internos”, afirmou o vice-presidente da Regus na América Latina, Michael Turner.



Para combater o estresse, é importante que as empresas melhorem a qualidade de vida de seus funcionários e o seu ambiente de trabalho. Ao reduzir o nível de ansiedade das pessoas, é possível manter um equilíbrio saudável na vida profissional. Confira abaixo algumas dicas:



• Ter equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal;

• Praticar esportes e atividades de lazer;

• Programar horários e se dedicar à família e aos amigos;

• Evitar sobrecarga – estabeleça uma lista de objetivos de curto e médio prazo;

• Planejar as atividades que precisam de mais tempo e delegar, quando necessário;

• Estabelecer prazos para execução das atividades;

• Manter um ambiente de trabalho limpo, arrumado e com objetos que ajudam a manter um ambiente aconchegante para trabalhar;

• É importante fazer pequenas pausas durante a jornada de trabalho, para que possa se desligar daquela atividade e voltar mais concentrado;

• Dormir oito horas por dia;

• Motivar e ser motivado positivamente: a motivação começa em cada um e acaba por contagiar o meio em que se vive.



Publicado em: 08/01/2010 12:36Grupo Qualicorp
Copyright 2009



Lembre-se sempre existe uma opção, nunca nos falta oportunidade, dinheiro,sucesso...o que nos falta é a crença de que somos nós mesmos que criamos nossas vidas.

Em último caso se ainda não acredita nisso, saiba que se você morrer o seu chefe seguramente vai colocar outro em seu lugar, e você, pelo menos nesta vida, não terá mais que se preocupar com nada.

Eu prefiro criar uma nova situação em que seguramente serei feliz. Reflita quem quiser.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Cultive o bom humor sempre. Ninguém é obrigado a suportar o seu destempero


Conviver todos os dias com aquele tipo sempre de mal com a vida, ainda que extremamente competente não é nada fácil. Você conhece alguém assim? Ou pior você é alguém desse tipo?


Dá para agüentar uma pessoa que vive de cara feia, reclamando da vida e dizendo que tudo vai dar errado?

Ninguém quer ficar perto! Bom humor não custa nada e faz bem à pele e à saúde. Além do mais, atrai amigos e clientes. Evita até gripes e resfriados!
Há alguns anos, afirmar que existia uma vinculação direta entre o humor e a boa saúde era quase uma heresia para a ciência. Hoje em dia, a medicina em geral e a psiquiatria, em particular, estudam muito a importância do bom humor, dos bons sentimentos e da afetividade sadia na qualidade de vida e na saúde gloglobal da pessoa. Cada vez mais os profissionais de saúde estão sugerindo a "terapia do riso",que ensina às pessoas como rir abertamente de coisas que normalmente não são engraçadas, e a enfrentar situações difíceis usando o humor. Seguindo o exemplo real do engraçado Dr. Patch Adams (interpretado por Robin Williams no filme "Patch Adams - O amor é contagioso"), os médicos e psiquiatras estão se tornando mais conscientes dos benefícios terapêuticos da risada e do humor. Isto se deve, em parte, ao crescente grupo de estudiosos do humor e da risada (500 acadêmicos de diferentes disciplinas pertencem a International Society for Humor Studies).




Um movimento mundial da risada foi fundado em 1995 pelo médico indiano Madan Kataria, que criou em Mumbai (ex-Bombaim) o primeiro clube do riso. A terapia da risada é baseada em práticas de mais de 3.000 anos da ioga oriental e novos conhecimentos da gelotologia, como é chamado o estudo fisiológico do riso. A palavra grega "gelos" significa riso.

Atualmente a mais recente especialidade da medicina que estuda a maneira pela qual as emoções influem no sistema imunológico das pessoas é a psiconeuroimunologia.
na década de 1940, Flanders Dumbar, professor de Medicina na Universidade de Colômbia nos Estados Unidos e editor Revista Psychosomatic Medicine descrevia algumas características de humor e comportamento do paciente coronariano. Dizia que existia, entre os pacientes coronarianos, grande número de pessoas compulsivas, com tendência ao trabalho contínuo, hiperativos, que desprezavam as férias e não dividiam responsabilidades, além de negarem estar eventualmente Um recente estudo sobre a atividade das células tipo “natural Killer”, importantes na imunidade contra tumores, mostrou os efeitos de programas que estimulam o riso e o bom humor no aumento da atividade desses componentes imunológicos, ao mesmo tempo em que os estados depressivos enfraqueciam esse aspecto da defesa orgânica (Takahashi, 2001).


O filosofo John Morreall afirma que "A pessoa que tem sentido de humor, não só é mais descontraída perante situações potencialmente estressantes, como também as compreende de forma mais flexível. Mesmo aquele em cujo ambiente não ocorram muitas coisas, a sua imaginação e criatividade vão afastá-lo da rotina mental permitindo desfrutar de si mesmo, evitar o aborrecimento e a depressão”.
Segundo os especialistas existem três teorias tradicionais sobre o humor:


A teoria da incongruência sugere que o humor cresce quando lógica e familiaridade são substituídas por elementos que normalmente não andam juntos. O pesquisador Thomas Veatch diz que uma piada se torna engraçada quando esperamos uma coisa e acontece outra. Em outras palavras, experimentamos simultaneamente dois conjuntos de pensamentos e emoções incompatíveis. Ou seja, experimentamos a incongruência entre as diferentes partes da piada.

A teoria da superioridade aparece em cena quando rimos de piadas que focam os erros, a estupidez ou o infortúnio de alguém. Com isso nos sentimos superiores a esta pessoa, experimentamos um certo desligamento da situação e assim temos a capacidade de rir dela.

E finalmente a teoria do alívio é a base para um artifício utilizado há muito tempo pelos produtores de filme. Em filmes de ação ou de suspense onde a tensão é alta, o diretor utiliza o alívio cômico nas horas certas. Ele constrói muita tensão ou suspense e logo quebra o suspense ou a tensão através de um comentário paralelo, possibilitando ao espectador aliviar-se da emoção reprimida, assim o filme pode construir a tensão ou o suspense novamente! Da mesma forma, uma situação ou uma história real cria tensão dentro de nós. Enquanto tentamos enfrentar dois conjuntos de emoções e pensamentos, precisamos de alívio e a risada é o caminho para limpar nosso sistema de tensão crescente e incongruência. De acordo com a Dra. Lisa Rosenberg, o humor, especialmente o humor negro, pode ajudar os trabalhadores a lidar com situações estressantes. Ela diz: "a ação de produzir humor, de contar uma piada, nos dá uma pausa mental e aumenta nossa objetividade diante da tensão opressiva".
Agora entendemos por que nem todos acham graça das mesmas coisas.

Mas os benefícios do bom humor vão alem de fazer bem à saúde, saber rir de si mesmo é um grande dom, um sinal de autoconfiança, de domínio da situação e ainda por cima ajuda a aproximar as pessoas e a criar laços.
É uma ótima ferramenta em situações as quais perdemos o controle, como uma “gafe” por exemplo, ou até mesmo naquelas ocasiões em que você estiver sendo alvo de um ataque em uma reunião. Não há estratégia melhor para desarmar seu inquisidor do que com o bom humor, achando graça da situação.
geralmente os funcionários conversam animadamente, rindo sobre um assunto que surgiu durante o almoço ou café. Mas é só colocar o pé no escritório para que o riso acabe, a conversa cesse e todos comecem a trabalhar silenciosos e carrancudos. Se depender das mais recentes pesquisas sobre motivação, esse ambiente de trabalho está com os dias contados.
O riso, que antes podia ser encarado como motivo de distração e falta de profissionalismo, agora é visto como uma forma de reduzir as tensões no ambiente de trabalho. Mas não só: segundo os especialistas, o ambiente alegre, com espaço para descontração e brincadeiras, aumenta a comunicação entre as pessoas, que se sentem mais confiantes para trabalhar, opinar e trazer boas idéias para a solução de problemas.
A psiquiatra Alexandrina Meleiro, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, de São Paulo diz que “O otimista também se irrita, mas reconhece que está assim e, tão logo quanto possível, elabora o fato e segue a vida. Não fica paralisado nem remoendo frente a um obstáculo”.

“No novo mundo do trabalho, as atitudes passaram a ser cruciais”, ensina o sociólogo José Pastore, em artigo sobre o livro “Nuts!”, de Kevin e Jackie Freiberg, que resgata o caso da lucrativa Southwest. Pastore reflete: “De nada serve um profissional competente que se mantém arrogante e briguento o tempo todo”.